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Gestão do Risco Químico (GRQ)

Gestão do Risco Químico (GRQ)

GRQ é um serviço que proporciona um diagnóstico completo da gestão dos Riscos Químicos, através de uma análise global do processo produtivo envolvendo todo o ciclo de vida dos produtos, desde a chegada, até a saída do produto final. Abrange aspectos regulatórios, ocupacionais, sinalização das áreas, armazenamento, incompatibilidades químicas, manuseio seguro das substâncias e análise crítica da documentação técnica, e de treinamentos.

Avaliamos o atendimento às normas da ABNT, MTE, Purple Book/ONU (GHS) e Resolução ANTT 5232, entre outras.

O serviço é customizado, o escopo técnico é elaborado a partir da matriz de criticidade e do alinhamento entre apontamentos do cliente e elementos normativos.

Além disso, avaliamos a capacitação dos trabalhadores, indicamos os treinamentos necessários para a operação de cada área da empresa e ações necessárias para garantir a segurança de colaboradores, atendendo a todas as etapas do ciclo produtivo.

Gestão do Risco Químico

A gestão do risco químico é um processo que tem como objetivo identificar, avaliar e controlar os riscos associados à manipulação, armazenamento, transporte e descarte de substâncias químicas. Esses riscos podem incluir incêndios, explosões, exposição a produtos tóxicos e danos ambientais.

A gestão do risco químico envolve várias etapas, incluindo:

  1. Identificação dos riscos: O primeiro passo é identificar os riscos associados às substâncias químicas em uso ou em armazenamento. Isso pode ser feito por meio de análises de risco, avaliações de segurança e análises de falhas.
  2. Avaliação dos riscos: A avaliação dos riscos envolve a determinação da probabilidade e das consequências dos eventos perigosos associados às substâncias químicas. Isso ajuda a determinar a prioridade de ação para reduzir o risco.
  3. Controle dos riscos: Depois de identificar e avaliar os riscos, é importante implementar medidas de controle para reduzir ou eliminar esses riscos. Isso pode incluir medidas de segurança, como a instalação de sistemas de ventilação e extintores de incêndio, ou medidas de prevenção, como a rotulagem adequada de produtos químicos.
  4. Monitoramento e revisão: A gestão do risco químico deve ser um processo contínuo e deve incluir o monitoramento e revisão das medidas de controle implementadas. Isso ajuda a garantir que as medidas de controle permaneçam eficazes e atualizadas.

A gestão do risco químico é importante para garantir a segurança dos trabalhadores e do meio ambiente e para cumprir as regulamentações e legislações locais e internacionais. As empresas que utilizam substâncias químicas devem ter um plano de gestão do risco químico bem definido e implementar medidas de controle adequadas para minimizar os riscos associados às substâncias químicas que manuseiam.

Como podemos definir a gestão do risco químico?

A gestão do risco químico pode ser definida como o conjunto de medidas e estratégias adotadas pelas empresas para identificar, avaliar e controlar os riscos associados à manipulação, armazenamento, transporte e descarte de substâncias químicas. O objetivo principal da gestão do risco químico é garantir a segurança dos trabalhadores, do meio ambiente e das comunidades próximas às instalações onde são manuseadas substâncias químicas.

A gestão do risco químico envolve várias etapas, como a identificação dos riscos, a avaliação dos riscos, o controle dos riscos e o monitoramento e revisão das medidas de controle implementadas. Essas etapas visam a prevenção de acidentes, incêndios, explosões, exposições a produtos tóxicos e danos ambientais causados pela manipulação inadequada de substâncias químicas.

A gestão do risco químico é uma prática fundamental para empresas que lidam com substâncias químicas, que devem cumprir as regulamentações e legislações locais e internacionais relacionadas à segurança e ao meio ambiente. Além disso, a implementação de uma gestão eficiente do risco químico pode reduzir os custos relacionados a acidentes e perda de produtividade, contribuindo para a sustentabilidade dos negócios.

Quais são os principais componentes da gestão do risco químico? 

A gestão do risco químico envolve vários componentes que são essenciais para garantir a segurança dos trabalhadores, do meio ambiente e das comunidades próximas às instalações onde são manuseadas substâncias químicas. Entre os principais componentes da gestão do risco químico, destacam-se:

  1. Identificação dos riscos: Esse componente envolve a identificação dos perigos e riscos associados às substâncias químicas, bem como a avaliação do potencial de exposição dos trabalhadores e do meio ambiente a esses riscos.
  2. Avaliação dos riscos: A avaliação dos riscos envolve a análise dos riscos identificados, com o objetivo de determinar a probabilidade de ocorrência de eventos perigosos e as consequências desses eventos, caso ocorram.
  3. Controle dos riscos: Esse componente envolve a implementação de medidas de controle para reduzir ou eliminar os riscos identificados. As medidas de controle podem incluir a substituição de substâncias químicas perigosas por alternativas mais seguras, a implementação de medidas de proteção coletiva e individual, e o uso de equipamentos de proteção individual.
  4. Comunicação dos riscos: Esse componente envolve a comunicação clara e transparente dos riscos associados às substâncias químicas para os trabalhadores, fornecedores, clientes e outras partes interessadas.
  5. Monitoramento e revisão: Esse componente envolve a monitorização e avaliação contínuas das medidas de controle implementadas, bem como a revisão periódica do plano de gestão do risco químico para garantir que as medidas de controle permaneçam eficazes e atualizadas.

A gestão do risco químico é um processo contínuo e dinâmico que requer a participação de todos os envolvidos na manipulação, armazenamento, transporte e descarte de substâncias químicas.

A implementação eficaz de todos esses componentes é essencial para garantir a segurança dos trabalhadores, do meio ambiente e das comunidades próximas às instalações onde são manuseadas substâncias químicas.

Como funciona a avaliação do risco químico?

A avaliação do risco químico é um processo que envolve a análise dos perigos e riscos associados às substâncias químicas, com o objetivo de determinar a probabilidade de ocorrência de eventos perigosos e as consequências desses eventos, caso ocorram. Esse processo é essencial para identificar e controlar os riscos químicos nas atividades industriais.

A avaliação do risco químico pode ser dividida em duas etapas principais:

  1. Identificação dos perigos: A primeira etapa da avaliação do risco químico envolve a identificação dos perigos associados às substâncias químicas, tais como inflamabilidade, explosividade, toxicidade, corrosividade, entre outros. Essa etapa é realizada por meio de análises químicas e físicas das substâncias químicas e dos processos de produção e manuseio.
  2. Avaliação do risco: Na segunda etapa, é avaliado o risco associado aos perigos identificados. Isso envolve a análise da probabilidade de ocorrência de eventos perigosos, como vazamentos, incêndios e explosões, e das consequências desses eventos, tais como danos ambientais, lesões aos trabalhadores e perdas financeiras. Essa avaliação pode ser quantitativa, com a utilização de modelos matemáticos e estatísticos, ou qualitativa, por meio da análise de dados e informações.

Com base na avaliação do risco químico, são implementadas medidas de controle para reduzir ou eliminar os riscos identificados. Essas medidas podem incluir a substituição de substâncias químicas perigosas por alternativas mais seguras, a implementação de medidas de proteção coletiva e individual, e o uso de equipamentos de proteção individual.

A avaliação do risco químico é um processo contínuo, que deve ser revisado regularmente para garantir que as medidas de controle permaneçam eficazes e atualizadas.

Conheça alguns de seus benefícios:

  • Mapeamento completo das condições de segurança química e riscos ocupacionais;
  • Aumento de segurança e minimização de riscos com passivos trabalhistas, fiscalização, perícias e redução de FAP (Fator Acidentário de Prevenção);
  • Maior eficiência no processo produtivo, queda na taxa de absenteísmo (afastamento de colaboradores);
  • Elaboração de plano de ação, para que a empresa se mantenha em conformidade com as normas e legislações nacionais vigentes (Ministério do Trabalho e EmpregoABNTCorpo de BombeirosCETESBANVISAMAPAExército BrasileiroPolícias Civil e Federal, entre outros).
Gestão do Risco Químico (GRQ)